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Θ Programa Científico - Ps. Clínica y de la Salud

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1. Taller Psicoeducativo para la Detección y Evaluación de Trastornos de Alimentación

Edgar Antonio Tena Suck

México ::: Universidad Iberamericana

antonio.tena@uia.mx

Resumen

Taller que permita a estudiantes y profesionales de la salud mental detectar y evaluar adecuadamente los trastornos alimentarios.


 

2. Autorreferencias y procesos reflexivos en el desarrollo de habilidades para terapeutas familiares.

Jairo Estupiñán Mojica, Diana Rodríguez y Leonardo Rodríguez

Colombia ::: Universidad Santo Tomás - Bogotá

ppsicolo@usta.edu.co

Resumen

Se trata de un ejercicio autorreferencial que genere la movilización de los recursos y experiencias positivas propias para el ejercicio de la terapia/consultoría desde el enfoque sistémico.

El taller promueve el reencuentro con las historias y narrativas personales y familiares para conectarlas a los casos vividos y tratados por dos participantes; de igual manera evocará técnicas directas para movilizar contextos terapéuticos centros en los procesos autorreferenciales; en este mismo contexto se trabajarán los conceptos actuales de “autorreferencias generativa” y ver los alcances en los procesos psicoterapéuticos; en este mismo sentido cobrarán atención los procesos de “comprensión/explicación” de los fenómenos humanos en la terapia narrativa podrán participar todos los profesionales y estudiantes que tengan experiencia en el campo de la psicoterapia y estén dispuestos a crear técnicas desde su propio estilo terapéutico. El escenario del taller será “experimental” y práctica permanente con formas de Sabiduría personal.

 


 

3. Intervención Cognoscitiva Conductual del desorden de estrés post traumático

Mónica Pieschacón Fonrodona

Colombia ::: Centro de Terapia del Comportamiento

panictreat@hotmail.com

Resumen

El objetivo del taller es presentar una aproximación a la intervención cognoscitiva conductual del desorden de estrés postraumático. Se pretende familiarizar a los participantes con el cuadro clínico del desorden. Posteriormente se presentaran algunas estrategias de evaluación, se hará énfasis en los inventarios de estrés post traumático de la Dra. Edna Foa. Se presentara una visión detallada de los tratamientos mas documentados y efectivos del desorden de estrés post traumático. Se profundizara sobre 4 procedimientos del tratamiento de exposición prolongada y procesamiento emocional del trauma: 1. discusión de las reacciones mas comunes al trauma. 2. Entrenamiento en respiración diafragmática, 3. Exposición en imaginería (revivir el trauma) y 4. Exposición en vivo (confrontación con situaciones generadoras de ansiedad relacionadas con el trauma). Finalmente, se discutirán algunos aspectos centrales del tratamiento en poblaciones victimas de trauma, con especial énfasis en soldados victimas de combate. Se discutirán temas relevantes del desorden tales como culpa,  ira y vergüenza relacionados con el trauma. Igualmente, se enseñarán estrategias a nivel cognoscitivo y conductual, las cuales facilitaran el procesamiento y la superación del trauma.

 


 

4. Constelaciones Familiares

Olga Susana Otero A.

Colombia ::: Práctica privada

olgasusanaotero@cable.net.co

Resumen

Actualizar a los profesionales de la Psicología asistentes al taller, en la nueva Terapia Sistémica de Bert Hellinger : Las Constelaciones Familiares.

METODOLOGÍA

Procesos de ojos cerrados, constelaciones, presentación de casos

 


 

5. Las Artes Como Herramientas para la Intervención en Espacios Clínicos

Patricia Rojas Zambrano

EE.UU. ::: California Institute of Integral Studies

lapreci@earthlink.net

Resumen

El presente taller se enfocará en el potencial que tienen las diferentes formas de expresión artística en el campo de la psicología clínica.  A través de ejercicios prácticos y discusiones, los participantes explorarán su proceso creativo dentro de las diferentes modalidades artísticas y su capacidad de transformación  psicológica. Así mismo, recibirán las algunas herramientas prácticas para profundizar el trabajo clínico con sus pacientes utilizando el lenguaje de las artes durante el proceso terapéutico. El objetivo es que los participantes estén en capacidad, una vez finalizado el taller de llevar hacia la dimensión exterior los aprendizajes aquí adquiridos (sobre sí mismos y sobre las técnicas para el uso de las artes), de una forma integral y con lo que se ha denomidado responsabilidad estética.

 


 

6. Actuación del Psicólogo de la Salud en Unidades de Terapia Intensiva

Ricardo Werner

Brasil ::: Nêmeton Centro de Estudos e Pesqusas em Psicologia e Saúde

nemeton@nemeton.com.br

Resumen

As unidades com abordagem para o tratamento crítico surgiram entre os anos 1950 e 1970.

O objetivo de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) segundo Barreto, Albuquerque e Boehl (1990) é “reduzir a mortalidade pela provisão de cuidados e observação individualizada contínua e integral, de acordo com as necessidades do paciente”. São internados pacientes com instabilidade grave de um, ou mais, sistema fisiológico principal ou com alto risco de morte que necessitem de atenção e técnicas específicas. A UTI conta com uma planta diferenciada visando uma circulação livre, monitorização acessível e freqüente, com uma equipe especializada. É considerada como sendo uma unidade estressante tanto para o paciente, quanto para sua família e para os próprios profissionais de saúde (Sebastiani 1998).

Assim, a UTI fornece cuidados que visam a melhora do paciente, entretanto, apresenta características que geram repercussões fisiológicas e psicológicas associadas ao próprio tratamento, somadas as condições orgânicas e psicológicas do paciente, influenciando-se umas às outras. Quanto as interferências ambientais, a UTI é um ambiente estranho para o paciente; ele separa-se de sua família (quebra dos vínculos de segurança) e entra em contato com pessoas desconhecidas; há a quebra de ciclo circadiano devido a luminosidade constante, a poluição sonora (respiradores, alarmes e ruídos ambientais), a privação do sono e a insônia (devido ao ambiente, às dores, aos fatores psicológicos como o medo e ansiedade), a perda de noção de tempo e a falta de descanso; além disso, o paciente recebe procedimentos invasivos e dolorosos (tubo orotraqueal, sondas, cateteres, etc) encontrando-se numa situação de extrema dependência, gravidade, sem privacidade, com a perda do controle da própria vida (pela imposição de regras hospitalares), juntamente com a possibilidade de vivência do sofrimento alheio; todos estes fatores alteram seu estado emocional. Quanto a inter-relação entre os aspectos orgânicos e psicológicos, considera-se o estresse descrito na Síndrome Geral de Adaptação, a perda de discernimento descrita na Síndrome de UTI (alteração senso-perceptiva devido a fatores físicos, orgânicos e psicológicos), além da depressão, da insônia, e da agitação psicomotora. Dentre os quadros psicológicos mais comuns observados na UTI estão o quadro de ansiedade, o quadro depressivo, o quadro de reação aguda ao estresse, o estado de estresse pós-traumático, o transtorno de ajustamento, o delirium e o transtorno mental decorrente de lesão e disfunção cerebrais e de doença física (CID-10, OMS, 1993), isto é, há um leque diverso de manifestações psicológicas, psíquicas e comportamentais. Segundo Kaplan e Sadock (1993:549) “o aspecto psicológico central das UTIs é que seus pacientes sofrem de doenças ameaçadoras à vida, com respostas psicológicas previsíveis que, caso não tratadas, podem ameaçar a vida e a recuperação”. Desta maneira, a UTI é uma unidade cujo o foco é o tratamento no plano biológico, com o objetivo de preservar a vida, mas sempre deve-se lembrar que é a vida de uma pessoa, a qual tem emoções, afetos, sentimentos, medos etc. O paciente na UTI encontra-se num estado grave, fragilizado, limitado, muitas vezes até impossibilitado de falar por estar intubado ou traqueostomizado, sujeito a vivências de desconforto, de sofrimento, do medo de morrer entre outras.  Portanto, o paciente necessita do apoio e do suporte de todos da equipe. O psicólogo, integrado a esta é agente de humanização na UTI, atuando junto ao enfermo, possibilitando uma diminuição e amenização de intercorrências que podem comprometer sua recuperação, conversando sobre suas angústias, fantasias, medos, auxiliando a elaboração de seu luto ou angústia de morte; ele está atento para suas manifestações verbais e não verbais; busca focos motivacionais; estimula sua autonomia; trabalha o vínculo da tríade paciente, família e equipe. A possibilidade de melhorar os mecanismos de enfrentamento e adaptação, através da intervenção psicológica têm se mostrado como importante fator de colaboração na melhoria da saúde global dos pacientes internados em UTI, assim como o apoio e orientação psicológicas á família somam na estruturação de um contingente técnico e afetivo de suporte, que tem gerado diferenciais importantes para a sobrevivência destes pacientes, ou em outros casos colaborado de forma decisiva para um enfrentamento da morte com dignidade e respeito ao humano. (Sebastiani, 1995) Finalizando, devemos considerar o paciente dentro de um modelo integrador, um modelo biopsicossocial, vêm sendo uma das mais importantes lutas no processo de atenção global ao enfermo em UTI em busca da Humanização dos serviços de atenção à saúde.

 


 

7. El paso cuerpo-relación en el respeto de las dimensiones ocultas de la comunicación en las fases finales de la vida

Luis de Nicolás y Martínez

España ::: Colegio del Colegio Oficial de Psicólogos de Euskadi - Universidad de Deusto

secop@correo.cop.es

Resumen

El objetivo de este taller es trabajar la expresión de los sentimientos en las fases finales de la vida teniendo en cuanta las habilidades de escucha y las vías de comunicación en la práctica paliativa.

Las habilidades a conseguir se centrarán sobre los principales sentimientos y emociones de la vida final, amor, odio, dependencia, independencia, tristeza, alegría,  soledad, compañía, etc, escuchando nuestros propios sentimientos y emociones y pasando por el cuerpo en una relación terapéutica y de ayuda en las encrucijadas e idea de circulación en el enfermo, con los equipos actuantes de salud, de amistad, de familia, etc., dentro del paso cuerpo relación en la noción y realidad del encuentro humano y en el respeto de las dimensiones ocultas de la comunicación.

 El encuentro con el enfermo es la  experiencia más fundamental de quien les atiende. Supone la radical unidad de la esencia de la relación personal entre una persona a quien una determinada situación aflictiva de su vida, la enfermedad, ha troncado en menesteroso, y otra persona, capaz de prestarle ayuda técnica, "secundum artem" en un cuerpo que es el lazo de la participación en el ser. (G.Marcel).

El desafío actual es investigar la complejidad del sistema interrelacional y pensar creativamente en intervenciones que influyan en todos los jugadores del espacio terapéutico donde  llega la muerte.

Es la percepción y toma de conciencia de uno mismo a través del cuerpo donde se establecen las relaciones con los demás, manejando las emociones y sentimientos en la expresión psicológica del cuerpo y utilizando el lenguaje del propio cuerpo como unidad, instrumento y medio.

Se intenta responsabilizar el cuerpo de los interactuantes para que se establezcan el mayor número de niveles de congruencia entre lo que sienten, muestran y explican en las situaciones de cuidados paliativos, teniendo en cuenta la hipótesis de Malarewick (1992) de que el aprendizaje del lenguaje no verbal debe constituir la base de  toda formación en psicoterapia, pues, el cuerpo sustituye muy bien a las palabras tanto para el que está en fin de vida como para los que le atienden, diferenciando los prejuicios, los valores, los sentimientos y emociones de fin de vida, las congruencias y los gestos pertinentes de lo verbal y no verbal, connotando el doble aspecto de lo relacional y de la descodificación del sentido y mensaje de las cicatrices que el cuerpo lleva en sí.

Teniendo en cuenta el espacio personal y territorio de intimidad del enfermo es encontrar la humanidad, supuestas las necesidades del enfermo y equipo acompañante en relación al sentido de la vida, el duelo, del estado de buena y mala salud, con los miedos y temores ligados a las modalidades del morir en una calidad de vida en el proceso de la muerte. Comunicación y verdades en relación al paciente y familiares. Formación de equipo en emociones, sentimientos y acción en relación a la familia, amigos y grupo sociocultural.

 


 

8. Biodanza o danza por la vida: Hacia un desarrollo integral del ser humano

David Max Olivares A.

Bolivia ::: Centro de Capacitación permanente - Cochabamba

misionecuador@hotmail.comç

Resumen

¿Qué es Biodanza?  La Biodanza constituye un camino de sorprendente sensibilidad. Una vía que con suavidad lleva a los participantes a permitir emerger facetas ocultas. Un sendero que paulatinamente despierta o promueve en ellos el coraje de vivir. Un camino que despierta con fuerza el amor. En una clase o sesión de Biodanza es preferible no marear a los participantes con teoría y definiciones. Con participantes nuevos, prefiero personalmente limitar la parte teórica inicial expresando que la Biodanza constituye simplemente un espacio concentrado de vivencias, y que descubrirán en forma más completa y personal lo que es en el transcurso de la clase. Dejo luego a los participantes que hagan las preguntas que deseen al respecto tratando de responder de la forma más clara y concisa.  Cuando entre los participantes hay una “mezcolanza” de nuevos y otros que ya trabajaron conmigo, sugiero a estos últimos que compartan con los primeros lo que para ellos es Biodanza.  Las líneas de vivencia: Una clase o sesión de Biodanza puede ser considerada como un espacio concentrado de vivencias. En una sesión de Biodanza se busca trabajar de manera equilibrada e interrelacionada ejercicios que despierten o promuevan el desarrollo de las cinco líneas de vivencia del ser humano: vitalidad, sexualidad, afectividad, creatividad, y trascendencia.  La vitalidad está referida a la necesidad que tiene el ser humano de utilizar físicamente su cuerpo al máximo del potencial que éste le permita. Esto lo trabajan espontáneamente los niños cuando ríen o lloran con todas sus ganas, o cuando salen corriendo al recreo en la escuela. Nosotros, adultos, reprimimos nuestro llanto, reímos a veces sin ganas y no solemos mover nuestro cuerpo con vitalidad porque “no está bien visto” (exceptuando en situaciones deportivas, o cuando se nos ocurre bailar el Rock and Roll o unos Caporales en honor a la virgencita de Copacabana o de la Candelaria).  En Biodanza no se concibe la sexualidad restringida a un mero acto sexual-genital. Al contrario, la sexualidad está considerada como la capacidad que tenemos de extraer placer de toda experiencia: leer un buen libro, comer un sabroso plato, gozar de una puesta de sol o de una caricia.  Es aquí donde entra la afectividad, en tanto que sexualidad compartida. Mientras que la sexualidad puede ser trabajada en forma individual (yo leo, yo como, yo miro una puesta de sol, yo acaricio mi cuerpo), la afectividad exige la presencia del otro (leo, como o miro una puesta de sol con alguien; recibo caricias o acaricio a alguien).  La creatividad se refiere a la necesidad de romper la rutina, utilizar nuevos caminos para llegar a un mismo lugar, revisar viejos esquemas, desarrollar el arte y la ciencia.  La trascendencia tiene relación con la necesidad que tiene el ser humano de fundirse armoniosamente con la Naturaleza y el Cosmos, de unirse armoniosamente a sus hermanos/as. Es una experiencia espiritual sin ser confesional. Un canto en coro es una bella ilustración de vivencia trascendental.  Las líneas de vivencia no comienzan a ser trabajadas en una clase de Biodanza. Deberían, en realidad, ser trabajadas desde el nacimiento (o antes).


 

9. Creatividad: El cuerpo en movimiento

Maura Maia do Amaral

España ::: Universidad Autónoma de Madrid

mauramaia@hotmail.com

Resumen

Creo que si hubiera una palabra en el mundo que definiera el ser humano, esta palabra habría de ser movimiento. La especie humana viene evolucionando a lo largo da historia, cambiando su entorno, construyendo un mundo de significado donde pueda habitar. En su cuerpo también es posible vislumbrar el movimiento de evolución, como nos dijo Marina (1993) “su mano ya no es mano para agarrar, dar zarpazos o trepar. Es, literalmente, una mano para todo. Una mano descontextualizada. Instrumento puro. Con su evolución, la mano adquiere nuevas capacidades funcionales (…)”. Movimiento…

El acto de moverse es un indicador de vida, y al hablar del cuerpo en movimiento estamos hablando de las posibilidades creativas del ser humano. Tal como nos diría Coca Fernández (1988, pág. 217) “éste es nuestro intento ahora, darnos cuenta del potencial que alberga nuestro cuerpo en movimiento, liberándole de rutinas insignificantes, estudiándolo como uno de los aspectos del comportamiento, (…) o más aún como constitutivo esencial de la vida a partir del convencimiento de que ‘el hombre es un ser movedizo, proyectado a moverse, movible y se-moviente por no decir auto-móvil’ (Cagigal, 1982).”

La temática de las investigaciones sobre el movimiento humano viene siendo abordada desde diversas perspectivas: biología, filosofía, educación, anatomía, historia, sociología, psicología, etc. Pero, qué es el movimiento? En el diccionario Salamanca de la Lengua Española encontramos 8 definiciones para la palabra “movimiento”, de entre ellas el “cambio de posición o de lugar en el espacio respecto a un punto.” Pero, seguramente si aplicásemos esta definición al concepto de movimiento humano, entraríamos en una discusión densa y demasiado filosófica, porque ésta definición resultaría demasiado pobre delante la complejidad de nuestro objeto de estudio.

Pero, por qué hablar de creatividad en el cuerpo y en el movimiento? Podemos justificar nuestra respuesta basándonos en Coca Fernández (1988, pág.222):

- el movimiento es una manera de comunicación / expresión;

- es algo que define la evolución del humano;

- es algo personal,

- integra las variables físicas, psíquicas y afectivas en la ejecución del ritmo, que también es algo personal.

Estamos de acuerdo con Le Boulch (1972, pág 222) cuando éste dice que “la disponibilidad corporal implica que en presencia de una situación inhabitual no permanezco en el nivel del mero ‘querer’, sino que mi intencionalidad conduce a un ‘poder hacer’ eficaz, expresión de mi propia experiencia vivida.”

El taller tiene por objetivo poner el participante en contacto con su potencial creativo a través de su cuerpo, herramienta necesaria para profundizar el conocimiento de si mismo.

En nuestro cuerpo reflejamos nuestros miedos, ansiedades, dudas, todo nuesto pasado. Y muchas veces el cuerpo nos envía señales de su mal estar que, por no estar acostumbrados con este tipo de lenguaje, no le hacemos caso y seguimos de aqui para allá hasta que éste cuerpo ya no aguanta más y pára.

En éste taller utilizaremos músicas, algunos pasos de bailes y "vivencias" corporales. La invitación es para que las personas puedan sentirse en contacto consigo mismas, dejando fuir la alegría de estar vivo, ser autor, director y artista principal en del guión de su propia vida.


 

10. El erotismo: un encuentro con la autosensibilización

Leticia Villarreal Caballero

México ::: Universidad de Colima

levicab@hotmail.com

Resumen

En la actualidad las separaciones van en aumento.  Las causas son varias, pero algunos autores mencionan que el 50% de las separaciones se deben a la incompatibilidad sexual.  Esto nos lleva reflexionar sobre la importancia de las diferencias existentes entre hombres y mujeres, quienes son replicadores de la tradición cultural hegemónica y que va en estrecha relación con nuestras actitudes vivenciales y comportamientos como seres sexuales y sexuados.  La influencia que tiene la estructura sociocultural, más concretamente los valores patriarcales en el compromiso y vivencia de mujeres y hombres hace que se desarrollen relaciones de  poder entre ambos, los cuales se llevan al campo de la sexualidad. Los valores dominantes son los masculinos, se educa en torno a valores y roles diferentes priorizándose unos sobre otros desarrollándose dos cosmovisiones diferentes que se reflejan en la relación con el mundo, consigo mismos y en sus manifestaciones y vivencias eróticas. Así pues, mujeres y hombres en el campo de lo erótico establecen relaciones de poder en donde uno sufre y el otro domina, además de promover fuertemente las relaciones heterosexuales en las que el hombre es fuerte, rápido, activo; y la mujer, sumisa, dulce, receptiva, lenta y pasiva. En lo que se refiere al erotismo el placer se asocia al miedo, tanto en lo individual como en lo relacional apareciendo otro medio que va relacionada con la libertad a la expresión erótica de mujeres y hombres.  El aprendizaje de lo erótico masculino valoriza los órganos sexuales externos tales como el pene y los testículos, símbolos de poder y fortaleza. Por el contrario los órganos sexuales externos femeninos no son valorados de la misma manera haciendo en gran medida que se anestesie la región vaginal pudiendo sentir el placer de caricias por todo el cuerpo pero negándose en la mayoría de los casos al placer de la región vaginal, ya que existen en el imaginario social femenino la doble imagen de la mujer buena o mala, madona o prostituta.   Este taller pretende identificar el aprendizaje erótico en las sociedades falocráticas, reconociendo la importancia del erotismo en las relaciones interpersonales a través del desarrollo de la apertura de los canales del erotismo.


 

11. Evaluación Neuropsicológica en Español

Alfredo Ardila y Mónica Rosselli

EE.UU. ::: Florida Atlantic University, Memorial Regional Hospital

ALFREDOARDILA@cs.com

Resumen

Objetivo General

Revisar los procedimientos de la evaluación neuropsicológica, e interpretar los resultados de un examen neuropsicológico.

Objetivos específicos

(1) describir los datos relevantes en una historia clínica en neuropsicología,

(2) describir de las algunas pruebas utilizas en la evaluación neuropsicológica,;

(3) presentar de las baterías de  pruebas neuropsicológicas existentes en espanol,

(4) analizar como se interpretan los resultados de una  evaluación neuropsicológica,

(5) mostrar como se elabora y se escribe  un informe neuropsicológico.

Metodología: Conferencias magistrales, revisión de casos.

Impacto (funcionalidad) Elevar el nivel de calificación en la practica clínica.

Fuentes utilizadas" Libros y artículos de evaluación neuropsicológica. Pruebas de evaluación neuropsicológica.

 

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