|
| |
|
2.
Autorreferencias y procesos reflexivos en el desarrollo de habilidades
para terapeutas familiares. |
|
Jairo Estupiñán
Mojica, Diana Rodríguez y Leonardo Rodríguez |
|
Colombia
::: Universidad Santo Tomás - Bogotá |
|
ppsicolo@usta.edu.co |
|
Resumen
Se trata de un
ejercicio autorreferencial que genere la movilización de los recursos y
experiencias positivas propias para el ejercicio de la terapia/consultoría
desde el enfoque sistémico.
El taller promueve el
reencuentro con las historias y narrativas personales y familiares para
conectarlas a los casos vividos y tratados por dos participantes; de igual
manera evocará técnicas directas para movilizar contextos terapéuticos
centros en los procesos autorreferenciales; en este mismo contexto se
trabajarán los conceptos actuales de “autorreferencias generativa” y ver
los alcances en los procesos psicoterapéuticos; en este mismo sentido
cobrarán atención los procesos de “comprensión/explicación” de los
fenómenos humanos en la terapia narrativa podrán participar todos los
profesionales y estudiantes que tengan experiencia en el campo de la
psicoterapia y estén dispuestos a crear técnicas desde su propio estilo
terapéutico. El escenario del taller será “experimental” y práctica
permanente con formas de Sabiduría personal.
|
|
3. Intervención Cognoscitiva Conductual del desorden de
estrés post
traumático |
|
Mónica Pieschacón
Fonrodona |
|
Colombia
::: Centro de Terapia del Comportamiento |
|
panictreat@hotmail.com |
|
Resumen
El objetivo del
taller es presentar una aproximación a la intervención cognoscitiva
conductual del desorden de estrés postraumático. Se pretende familiarizar
a los participantes con el cuadro clínico del desorden. Posteriormente se
presentaran algunas estrategias de evaluación, se hará énfasis en los
inventarios de estrés post traumático de la Dra. Edna Foa. Se presentara
una visión detallada de los tratamientos mas documentados y efectivos del
desorden de estrés post traumático. Se profundizara sobre 4 procedimientos
del tratamiento de exposición prolongada y procesamiento emocional del
trauma: 1. discusión de las reacciones mas comunes al trauma. 2.
Entrenamiento en respiración diafragmática, 3. Exposición en imaginería
(revivir el trauma) y 4. Exposición en vivo (confrontación con situaciones
generadoras de ansiedad relacionadas con el trauma). Finalmente, se
discutirán algunos aspectos centrales del tratamiento en poblaciones
victimas de trauma, con especial énfasis en soldados victimas de combate.
Se discutirán temas relevantes del desorden tales como culpa, ira y
vergüenza relacionados con el trauma. Igualmente, se enseñarán estrategias
a nivel cognoscitivo y conductual, las cuales facilitaran el procesamiento
y la superación del trauma.
|
|
4.
Constelaciones Familiares |
|
Olga Susana Otero A. |
|
Colombia
::: Práctica privada |
|
olgasusanaotero@cable.net.co |
|
Resumen
Actualizar a los
profesionales de la Psicología asistentes al taller, en la nueva Terapia
Sistémica de Bert Hellinger : Las Constelaciones Familiares.
METODOLOGÍA
Procesos de ojos
cerrados, constelaciones, presentación de casos
|
|
5. Las
Artes Como Herramientas para la Intervención en Espacios Clínicos |
|
Patricia Rojas
Zambrano |
|
EE.UU.
::: California Institute of Integral Studies |
|
lapreci@earthlink.net |
|
Resumen
El presente taller se
enfocará en el potencial que tienen las diferentes formas de expresión
artística en el campo de la psicología clínica. A través de ejercicios
prácticos y discusiones, los participantes explorarán su proceso creativo
dentro de las diferentes modalidades artísticas y su capacidad de
transformación psicológica. Así mismo, recibirán las algunas herramientas
prácticas para profundizar el trabajo clínico con sus pacientes utilizando
el lenguaje de las artes durante el proceso terapéutico. El objetivo es
que los participantes estén en capacidad, una vez finalizado el taller de
llevar hacia la dimensión exterior los aprendizajes aquí adquiridos (sobre
sí mismos y sobre las técnicas para el uso de las artes), de una forma
integral y con lo que se ha denomidado responsabilidad estética.
|
|
6.
Actuación del Psicólogo de la Salud en Unidades de Terapia Intensiva |
|
Ricardo Werner |
|
Brasil
::: Nêmeton Centro de Estudos e Pesqusas em Psicologia e Saúde |
|
nemeton@nemeton.com.br |
|
Resumen
As unidades com
abordagem para o tratamento crítico surgiram entre os anos 1950 e 1970.
O objetivo de uma
Unidade de Terapia Intensiva (UTI) segundo Barreto, Albuquerque e Boehl
(1990) é “reduzir a mortalidade pela provisão de cuidados e observação
individualizada contínua e integral, de acordo com as necessidades do
paciente”. São internados pacientes com instabilidade grave de um, ou mais,
sistema fisiológico principal ou com alto risco de morte que necessitem de
atenção e técnicas específicas. A UTI conta com uma planta diferenciada
visando uma circulação livre, monitorização acessível e freqüente, com uma
equipe especializada. É considerada como sendo uma unidade estressante
tanto para o paciente, quanto para sua família e para os próprios
profissionais de saúde (Sebastiani 1998).
Assim, a UTI fornece
cuidados que visam a melhora do paciente, entretanto, apresenta
características que geram repercussões fisiológicas e psicológicas
associadas ao próprio tratamento, somadas as condições orgânicas e
psicológicas do paciente, influenciando-se umas às outras. Quanto as
interferências ambientais, a UTI é um ambiente estranho para o paciente;
ele separa-se de sua família (quebra dos vínculos de segurança) e entra em
contato com pessoas desconhecidas; há a quebra de ciclo circadiano devido
a luminosidade constante, a poluição sonora (respiradores, alarmes e
ruídos ambientais), a privação do sono e a insônia (devido ao ambiente, às
dores, aos fatores psicológicos como o medo e ansiedade), a perda de noção
de tempo e a falta de descanso; além disso, o paciente recebe
procedimentos invasivos e dolorosos (tubo orotraqueal, sondas, cateteres,
etc) encontrando-se numa situação de extrema dependência, gravidade, sem
privacidade, com a perda do controle da própria vida (pela imposição de
regras hospitalares), juntamente com a possibilidade de vivência do
sofrimento alheio; todos estes fatores alteram seu estado emocional.
Quanto a inter-relação entre os aspectos orgânicos e psicológicos,
considera-se o estresse descrito na Síndrome Geral de Adaptação, a perda
de discernimento descrita na Síndrome de UTI (alteração senso-perceptiva
devido a fatores físicos, orgânicos e psicológicos), além da depressão, da
insônia, e da agitação psicomotora. Dentre os quadros psicológicos mais
comuns observados na UTI estão o quadro de ansiedade, o quadro depressivo,
o quadro de reação aguda ao estresse, o estado de estresse pós-traumático,
o transtorno de ajustamento, o delirium e o transtorno mental decorrente
de lesão e disfunção cerebrais e de doença física (CID-10, OMS, 1993),
isto é, há um leque diverso de manifestações psicológicas, psíquicas e
comportamentais. Segundo Kaplan e Sadock (1993:549) “o aspecto psicológico
central das UTIs é que seus pacientes sofrem de doenças ameaçadoras à
vida, com respostas psicológicas previsíveis que, caso não tratadas, podem
ameaçar a vida e a recuperação”. Desta maneira, a UTI é uma unidade cujo o
foco é o tratamento no plano biológico, com o objetivo de preservar a
vida, mas sempre deve-se lembrar que é a vida de uma pessoa, a qual tem
emoções, afetos, sentimentos, medos etc. O paciente na UTI encontra-se num
estado grave, fragilizado, limitado, muitas vezes até impossibilitado de
falar por estar intubado ou traqueostomizado, sujeito a vivências de
desconforto, de sofrimento, do medo de morrer entre outras. Portanto, o
paciente necessita do apoio e do suporte de todos da equipe. O psicólogo,
integrado a esta é agente de humanização na UTI, atuando junto ao enfermo,
possibilitando uma diminuição e amenização de intercorrências que podem
comprometer sua recuperação, conversando sobre suas angústias, fantasias,
medos, auxiliando a elaboração de seu luto ou angústia de morte; ele está
atento para suas manifestações verbais e não verbais; busca focos
motivacionais; estimula sua autonomia; trabalha o vínculo da tríade
paciente, família e equipe. A possibilidade de melhorar os mecanismos de
enfrentamento e adaptação, através da intervenção psicológica têm se
mostrado como importante fator de colaboração na melhoria da saúde global
dos pacientes internados em UTI, assim como o apoio e orientação
psicológicas á família somam na estruturação de um contingente técnico e
afetivo de suporte, que tem gerado diferenciais importantes para a
sobrevivência destes pacientes, ou em outros casos colaborado de forma
decisiva para um enfrentamento da morte com dignidade e respeito ao
humano. (Sebastiani, 1995) Finalizando, devemos considerar o paciente
dentro de um modelo integrador, um modelo biopsicossocial, vêm sendo uma
das mais importantes lutas no processo de atenção global ao enfermo em UTI
em busca da Humanização dos serviços de atenção à saúde.
|
|
7. El
paso cuerpo-relación en el respeto de las dimensiones ocultas de la
comunicación en las fases finales de la vida |
|
Luis de Nicolás y
Martínez |
|
España
::: Colegio del Colegio Oficial de Psicólogos de Euskadi - Universidad de
Deusto |
|
secop@correo.cop.es |
|
Resumen
El objetivo de este
taller es trabajar la expresión de los sentimientos en las fases finales
de la vida teniendo en cuanta las habilidades de escucha y las vías de
comunicación en la práctica paliativa.
Las habilidades a
conseguir se centrarán sobre los principales sentimientos y emociones de
la vida final, amor, odio, dependencia, independencia, tristeza, alegría,
soledad, compañía, etc, escuchando nuestros propios sentimientos y
emociones y pasando por el cuerpo en una relación terapéutica y de ayuda
en las encrucijadas e idea de circulación en el enfermo, con los equipos
actuantes de salud, de amistad, de familia, etc., dentro del paso cuerpo
relación en la noción y realidad del encuentro humano y en el respeto de
las dimensiones ocultas de la comunicación.
El encuentro con el
enfermo es la experiencia más fundamental de quien les atiende. Supone la
radical unidad de la esencia de la relación personal entre una persona a
quien una determinada situación aflictiva de su vida, la enfermedad, ha
troncado en menesteroso, y otra persona, capaz de prestarle ayuda técnica,
"secundum artem" en un cuerpo que es el lazo de la participación en el
ser. (G.Marcel).
El desafío actual es
investigar la complejidad del sistema interrelacional y pensar
creativamente en intervenciones que influyan en todos los jugadores del
espacio terapéutico donde llega la muerte.
Es la percepción y
toma de conciencia de uno mismo a través del cuerpo donde se establecen
las relaciones con los demás, manejando las emociones y sentimientos en la
expresión psicológica del cuerpo y utilizando el lenguaje del propio
cuerpo como unidad, instrumento y medio.
Se intenta
responsabilizar el cuerpo de los interactuantes para que se establezcan el
mayor número de niveles de congruencia entre lo que sienten, muestran y
explican en las situaciones de cuidados paliativos, teniendo en cuenta la
hipótesis de Malarewick (1992) de que el aprendizaje del lenguaje no
verbal debe constituir la base de toda formación en psicoterapia, pues,
el cuerpo sustituye muy bien a las palabras tanto para el que está en fin
de vida como para los que le atienden, diferenciando los prejuicios, los
valores, los sentimientos y emociones de fin de vida, las congruencias y
los gestos pertinentes de lo verbal y no verbal, connotando el doble
aspecto de lo relacional y de la descodificación del sentido y mensaje de
las cicatrices que el cuerpo lleva en sí.
Teniendo en cuenta el
espacio personal y territorio de intimidad del enfermo es encontrar la
humanidad, supuestas las necesidades del enfermo y equipo acompañante en
relación al sentido de la vida, el duelo, del estado de buena y mala
salud, con los miedos y temores ligados a las modalidades del morir en una
calidad de vida en el proceso de la muerte. Comunicación y verdades en
relación al paciente y familiares. Formación de equipo en emociones,
sentimientos y acción en relación a la familia, amigos y grupo
sociocultural.
|
|
8.
Biodanza o danza por la vida: Hacia un desarrollo integral del ser humano |
|
David Max Olivares A. |
|
Bolivia
::: Centro de Capacitación permanente - Cochabamba |
|
misionecuador@hotmail.comç |
|
Resumen
¿Qué es Biodanza? La
Biodanza constituye un camino de sorprendente sensibilidad. Una vía que
con suavidad lleva a los participantes a permitir emerger facetas ocultas.
Un sendero que paulatinamente despierta o promueve en ellos el coraje de
vivir. Un camino que despierta con fuerza el amor. En una clase o sesión
de Biodanza es preferible no marear a los participantes con teoría y
definiciones. Con participantes nuevos, prefiero personalmente limitar la
parte teórica inicial expresando que la Biodanza constituye simplemente un
espacio concentrado de vivencias, y que descubrirán en forma más completa
y personal lo que es en el transcurso de la clase. Dejo luego a los
participantes que hagan las preguntas que deseen al respecto tratando de
responder de la forma más clara y concisa. Cuando entre los participantes
hay una “mezcolanza” de nuevos y otros que ya trabajaron conmigo, sugiero
a estos últimos que compartan con los primeros lo que para ellos es
Biodanza. Las líneas de vivencia: Una clase o sesión de Biodanza puede
ser considerada como un espacio concentrado de vivencias. En una sesión de
Biodanza se busca trabajar de manera equilibrada e interrelacionada
ejercicios que despierten o promuevan el desarrollo de las cinco líneas de
vivencia del ser humano: vitalidad, sexualidad, afectividad, creatividad,
y trascendencia. La vitalidad está referida a la necesidad que tiene el
ser humano de utilizar físicamente su cuerpo al máximo del potencial que
éste le permita. Esto lo trabajan espontáneamente los niños cuando ríen o
lloran con todas sus ganas, o cuando salen corriendo al recreo en la
escuela. Nosotros, adultos, reprimimos nuestro llanto, reímos a veces sin
ganas y no solemos mover nuestro cuerpo con vitalidad porque “no está bien
visto” (exceptuando en situaciones deportivas, o cuando se nos ocurre
bailar el Rock and Roll o unos Caporales en honor a la virgencita de
Copacabana o de la Candelaria). En Biodanza no se concibe la sexualidad
restringida a un mero acto sexual-genital. Al contrario, la sexualidad
está considerada como la capacidad que tenemos de extraer placer de toda
experiencia: leer un buen libro, comer un sabroso plato, gozar de una
puesta de sol o de una caricia. Es aquí donde entra la afectividad, en
tanto que sexualidad compartida. Mientras que la sexualidad puede ser
trabajada en forma individual (yo leo, yo como, yo miro una puesta de sol,
yo acaricio mi cuerpo), la afectividad exige la presencia del otro (leo,
como o miro una puesta de sol con alguien; recibo caricias o acaricio a
alguien). La creatividad se refiere a la necesidad de romper la rutina,
utilizar nuevos caminos para llegar a un mismo lugar, revisar viejos
esquemas, desarrollar el arte y la ciencia. La trascendencia tiene
relación con la necesidad que tiene el ser humano de fundirse
armoniosamente con la Naturaleza y el Cosmos, de unirse armoniosamente a
sus hermanos/as. Es una experiencia espiritual sin ser confesional. Un
canto en coro es una bella ilustración de vivencia trascendental. Las
líneas de vivencia no comienzan a ser trabajadas en una clase de Biodanza.
Deberían, en realidad, ser trabajadas desde el nacimiento (o antes). |
|
9.
Creatividad: El cuerpo en movimiento |
|
Maura Maia do Amaral |
|
España
::: Universidad Autónoma de Madrid |
|
mauramaia@hotmail.com |
|
Resumen
Creo que si hubiera
una palabra en el mundo que definiera el ser humano, esta palabra habría
de ser movimiento. La especie humana viene evolucionando a lo largo da
historia, cambiando su entorno, construyendo un mundo de significado donde
pueda habitar. En su cuerpo también es posible vislumbrar el movimiento de
evolución, como nos dijo Marina (1993) “su mano ya no es mano para
agarrar, dar zarpazos o trepar. Es, literalmente, una mano para todo. Una
mano descontextualizada. Instrumento puro. Con su evolución, la mano
adquiere nuevas capacidades funcionales (…)”. Movimiento…
El acto de moverse es
un indicador de vida, y al hablar del cuerpo en movimiento estamos
hablando de las posibilidades creativas del ser humano. Tal como nos diría
Coca Fernández (1988, pág. 217) “éste es nuestro intento ahora, darnos
cuenta del potencial que alberga nuestro cuerpo en movimiento, liberándole
de rutinas insignificantes, estudiándolo como uno de los aspectos del
comportamiento, (…) o más aún como constitutivo esencial de la vida a
partir del convencimiento de que ‘el hombre es un ser movedizo, proyectado
a moverse, movible y se-moviente por no decir auto-móvil’ (Cagigal,
1982).”
La temática de las
investigaciones sobre el movimiento humano viene siendo abordada desde
diversas perspectivas: biología, filosofía, educación, anatomía, historia,
sociología, psicología, etc. Pero, qué es el movimiento? En el diccionario
Salamanca de la Lengua Española encontramos 8 definiciones para la palabra
“movimiento”, de entre ellas el “cambio de posición o de lugar en el
espacio respecto a un punto.” Pero, seguramente si aplicásemos esta
definición al concepto de movimiento humano, entraríamos en una discusión
densa y demasiado filosófica, porque ésta definición resultaría demasiado
pobre delante la complejidad de nuestro objeto de estudio.
Pero, por qué hablar
de creatividad en el cuerpo y en el movimiento? Podemos justificar nuestra
respuesta basándonos en Coca Fernández (1988, pág.222):
- el movimiento es
una manera de comunicación / expresión;
- es algo que define
la evolución del humano;
- es algo personal,
- integra las
variables físicas, psíquicas y afectivas en la ejecución del ritmo, que
también es algo personal.
Estamos de acuerdo
con Le Boulch (1972, pág 222) cuando éste dice que “la disponibilidad
corporal implica que en presencia de una situación inhabitual no
permanezco en el nivel del mero ‘querer’, sino que mi intencionalidad
conduce a un ‘poder hacer’ eficaz, expresión de mi propia experiencia
vivida.”
El taller tiene por
objetivo poner el participante en contacto con su potencial creativo a
través de su cuerpo, herramienta necesaria para profundizar el
conocimiento de si mismo.
En nuestro cuerpo
reflejamos nuestros miedos, ansiedades, dudas, todo nuesto pasado. Y
muchas veces el cuerpo nos envía señales de su mal estar que, por no estar
acostumbrados con este tipo de lenguaje, no le hacemos caso y seguimos de
aqui para allá hasta que éste cuerpo ya no aguanta más y pára.
En éste taller
utilizaremos músicas, algunos pasos de bailes y "vivencias" corporales. La
invitación es para que las personas puedan sentirse en contacto consigo
mismas, dejando fuir la alegría de estar vivo, ser autor, director y
artista principal en del guión de su propia vida. |
|
10. El
erotismo: un encuentro con la autosensibilización |
|
Leticia Villarreal
Caballero |
|
México
::: Universidad de Colima |
|
levicab@hotmail.com |
|
Resumen
En la actualidad las
separaciones van en aumento. Las causas son varias, pero algunos autores
mencionan que el 50% de las separaciones se deben a la incompatibilidad
sexual. Esto nos lleva reflexionar sobre la importancia de las
diferencias existentes entre hombres y mujeres, quienes son replicadores
de la tradición cultural hegemónica y que va en estrecha relación con
nuestras actitudes vivenciales y comportamientos como seres sexuales y
sexuados. La influencia que tiene la estructura sociocultural, más
concretamente los valores patriarcales en el compromiso y vivencia de
mujeres y hombres hace que se desarrollen relaciones de poder entre
ambos, los cuales se llevan al campo de la sexualidad. Los valores
dominantes son los masculinos, se educa en torno a valores y roles
diferentes priorizándose unos sobre otros desarrollándose dos
cosmovisiones diferentes que se reflejan en la relación con el mundo,
consigo mismos y en sus manifestaciones y vivencias eróticas. Así pues,
mujeres y hombres en el campo de lo erótico establecen relaciones de poder
en donde uno sufre y el otro domina, además de promover fuertemente las
relaciones heterosexuales en las que el hombre es fuerte, rápido, activo;
y la mujer, sumisa, dulce, receptiva, lenta y pasiva. En lo que se refiere
al erotismo el placer se asocia al miedo, tanto en lo individual como en
lo relacional apareciendo otro medio que va relacionada con la libertad a
la expresión erótica de mujeres y hombres. El aprendizaje de lo erótico
masculino valoriza los órganos sexuales externos tales como el pene y los
testículos, símbolos de poder y fortaleza. Por el contrario los órganos
sexuales externos femeninos no son valorados de la misma manera haciendo
en gran medida que se anestesie la región vaginal pudiendo sentir el
placer de caricias por todo el cuerpo pero negándose en la mayoría de los
casos al placer de la región vaginal, ya que existen en el imaginario
social femenino la doble imagen de la mujer buena o mala, madona o
prostituta. Este taller pretende identificar el aprendizaje erótico en
las sociedades falocráticas, reconociendo la importancia del erotismo en
las relaciones interpersonales a través del desarrollo de la apertura de
los canales del erotismo. |
|
11.
Evaluación Neuropsicológica en Español |
|
Alfredo Ardila y Mónica
Rosselli |
|
EE.UU.
::: Florida Atlantic University, Memorial Regional Hospital |
|
ALFREDOARDILA@cs.com |
|
Resumen
Objetivo General
Revisar los
procedimientos de la evaluación neuropsicológica, e interpretar los
resultados de un examen neuropsicológico.
Objetivos específicos
(1) describir los datos
relevantes en una historia clínica en neuropsicología,
(2) describir de las
algunas pruebas utilizas en la evaluación neuropsicológica,;
(3) presentar de las
baterías de pruebas neuropsicológicas existentes en espanol,
(4) analizar como se
interpretan los resultados de una evaluación neuropsicológica,
(5) mostrar como se
elabora y se escribe un informe neuropsicológico.
Metodología:
Conferencias magistrales, revisión de casos.
Impacto (funcionalidad)
Elevar el nivel de calificación en la practica clínica.
Fuentes utilizadas"
Libros y artículos de evaluación neuropsicológica. Pruebas de evaluación
neuropsicológica.
|
|